O repúdio do culto ao passado, o dinamismo e o ativismo no Movimento Futurista DOI10.5216/o.v15i1.33952

Autores

  • Júlio Bernardo Machinski Universidade Estadual de Campinas

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v15i1.33952

Palavras-chave:

Vanguardas históricas, futurismo, dinamismo, ativismo

Resumo

Tradução parcial do capítulo “Antipassatismo – Dinamismo – Attivismo” do livro do historiador e tradutor sueco Pär Bergman, intitulado “Modernolatria” et “Simultaneità”: recherches sur deux tendences dans l’avant-garde littéraire en Italie et en France à la veille de la première guerre mondial (Uppsala: Svenska Bökforlaget / Bonniers, 1962, p. 99-127). Nesse capítulo, conforme sugere o seu título, Bergman aborda a violência iconoclasta dos futuristas contra todas as formas de culto ao passado nos domínios da arte e da literatura, bem como o caráter dinâmico e ativo do movimento italiano de vanguarda. O autor destaca, ainda, a perspectiva antirromântica e antissentimental dos artistas futuristas e o aspecto agressivo assumido no plano político.

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Biografia do Autor

Júlio Bernardo Machinski, Universidade Estadual de Campinas

Doutorando em Teoria e História Literária no IEL/Unicamp

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Publicado

25-09-2015

Como Citar

Machinski, J. B. (2015). O repúdio do culto ao passado, o dinamismo e o ativismo no Movimento Futurista DOI10.5216/o.v15i1.33952. OPSIS, 15(1), 292–312. https://doi.org/10.5216/o.v15i1.33952