O Golpe de 1964, a Guerra Fria, e a recomposição das relações brasileiro-mexicanas: estudo com fontes primárias DOI10.5216/o.v14iespecial.29958

Autores

  • Carlos Federico Domínguez Avila Centro Universitário Unieuro, Brasília, DF Universidade Católica de Brasília, Brasília, DF

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v14iEspecial.29958

Palavras-chave:

Brasil, México, regime político, relações internacionais, Guerra Fria

Resumo

O artigo avalia algumas implicações e desdobramentos do golpe brasileiro, em 1964, sob a perspectiva da história das relações internacionais. Especificamente, a pesquisa explora a crise e a recomposição das relações bilaterais entre o Brasil e o México, em virtude da reserva do governo de Adolfo López Mateos em reconhecer imediatamente às novas autoridades brasileiras, comandadas pelo general Humberto Castelo Branco. Nessa linha, o artigo reconhece a relevância da competição Leste-Oeste, a denominada doutrina Estrada, a questão do tipo de regime político na inserção internacional dos países latino-americanos, e outros tópicos convergentes da agenda intra-regional vigente à época dos fatos. O presente artigo é resultado de pesquisa com fontes primárias consultadas no Arquivo do Ministério das Relações Exteriores.

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Biografia do Autor

Carlos Federico Domínguez Avila, Centro Universitário Unieuro, Brasília, DF Universidade Católica de Brasília, Brasília, DF

Doutor em História Mestre em Estudos Sociais e Políticos Latino-americanos

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Publicado

16-03-2015

Como Citar

Domínguez Avila, C. F. (2015). O Golpe de 1964, a Guerra Fria, e a recomposição das relações brasileiro-mexicanas: estudo com fontes primárias DOI10.5216/o.v14iespecial.29958. OPSIS, 14(Especial), 60–73. https://doi.org/10.5216/o.v14iEspecial.29958

Edição

Seção

Dossiê América Latina no contexto da Guerra Fria