As estratégias corporativa e voluntarista de defesa na América Portuguesa (Segunda metade do século XVIII) DOI 10.5216/o.v13i2.23388

Autores

  • Christiane Figueiredo Pagano de Mello Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v13i2.23388

Palavras-chave:

defesa, recrutamento, comunidade local, estrutura granular, estrutura contínua

Resumo

Este artigo busca analisar a segunda metade do século XVIII na América Portuguesa como constituída por duas concepções simultâneas de poder e de espaço: de um lado, a do governo da metrópole e seus representantes ultramarinos, com suas exigências centralizadoras enquadradas nos postulados do absolutismo pombalino; de outro, a comunidade local da colônia, organizada de acordo com uma lógica fundamentalmente local, isto é, corporativa. Temos como objetivo demonstrar que, mesmo diante da iminência de uma guerra a comunidade local não consegue reconhecer os motivos como inerentemente seus, porque seu espaço social de referência era a esfera local não coincidente, portanto, com a totalidade da extensão territorial da América portuguesa – espaço físico de exercício da soberania do monarca em sua Colônia.

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Biografia do Autor

Christiane Figueiredo Pagano de Mello, Universidade Federal de Ouro Preto, Ouro Preto, MG

Professora Efetiva, AdjuntaIV Departamento de História da Universidade Federal de Ouro Preto - UFOP. Graduação em História pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) ,mestrado em História Social da Cultura pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC/RJ) e doutorado em História pela Universidade Federal Fluminense-UFF- (2002) e pela Universidade de Lisboa (2000-2001)

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Publicado

16-02-2014

Como Citar

Mello, C. F. P. de. (2014). As estratégias corporativa e voluntarista de defesa na América Portuguesa (Segunda metade do século XVIII) DOI 10.5216/o.v13i2.23388. OPSIS, 13(2), 292–310. https://doi.org/10.5216/o.v13i2.23388

Edição

Seção

Artigos