A marginalidade da representação política do Norte de Minas Gerais na bancada parlamentar mineira durante a Primeira República DOI 10.5216/o.v12i1.18300

Autores

  • Vítor Fonseca Figueiredo Doutorando em História na Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF.

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v12i1.18300

Palavras-chave:

Representação parlamentar, Norte de Minas Gerais, Marginalidade

Resumo

O presente artigo apresenta analises relativas à configuração da política interna mineira durante a Primeira República (1889-1930). O estudo aborda, mais especificamente, como as relações coronelistas presentes na política estadual influenciaram no espaço ocupado pelas diversas regiões do estado na representação parlamentar mineira na Câmara Federal. A intenção é a de apresentar como regiões economicamente mais prósperas do estado de Minas Gerais conseguiram inflacionar as suas representações em detrimento das de áreas política e economicamente mais tradicionais e periféricas, a exemplo da região norte do estado. O pobre norte de Minas teria se consolidado em um esquema capaz de preservar, por longos períodos, os postos de seus coroneis ao passo que abria espaços para a acomodação de “estrangeiros” bem quistos pela cúpula do Partido Republicano Mineiro/PRM. A consecução destas análises se pautou na consulta de documentos de cunho privado e em estudos anteriormente produzidos acerca da política mineira do período.

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Biografia do Autor

Vítor Fonseca Figueiredo, Doutorando em História na Universidade Federal de Juiz de Fora/UFJF.

Graduado em História pela Universidade Estadual de Montes Claros. Mestre e doutorando em História pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Bolsista de Monitoria da UFJF. Atualmente tem se dedicado à pesquisas acerca da cultura política e do parlamento brasileiro durante a Primeira República.

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Publicado

2012-12-02

Como Citar

FIGUEIREDO, V. F. A marginalidade da representação política do Norte de Minas Gerais na bancada parlamentar mineira durante a Primeira República DOI 10.5216/o.v12i1.18300. OPSIS, Goiânia, v. 12, n. 1, p. 164–180, 2012. DOI: 10.5216/o.v12i1.18300. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/Opsis/article/view/18300. Acesso em: 29 maio. 2022.

Edição

Seção

Dossiê História política e relações de poder