"Os Pobres também são Gente" Breve Reflexão sobre o Estado da Cultura em Santarém, Portugal DOI10.5216/o.v12i2.18170

Autores

  • Maria Teresa Lopes Investigadora associada do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v12i2.18170

Resumo

Este artigo pretende analisar a obra de cultura popular desenvolvida na cidade portuguesa de Santarém durante o período do Estado Novo.

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Biografia do Autor

Maria Teresa Lopes, Investigadora associada do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa

1964 - Nascida em Santarém, Portugal. 1987 - Licenciatura em História pela Universidade Autónoma de Lisboa. 2000 - Mestrado em História da Expansão e Descobrimentos Portugueses pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. 2006-2009 - Chefe de Divisão do Património, Arquivos e Bibliotecas da Câmara Municipal de Santarém. Directora da Biblioteca Municipal de Santarém. Directora da Casa-Museu Anselmo Braamcamp Freire. Vice-directora do Museu Municipal de Santarém. A partir de 2009 - Doutoranda em História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. 2010 - Investigadora associada do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa. Professora.

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Publicado

20-12-2012

Como Citar

Lopes, M. T. (2012). "Os Pobres também são Gente" Breve Reflexão sobre o Estado da Cultura em Santarém, Portugal DOI10.5216/o.v12i2.18170. OPSIS, 12(2), 269–280. https://doi.org/10.5216/o.v12i2.18170