Igreja católica e política: padres estrangeiros no Brasil DOI 10.5216/o.v12i1.18147

Autores

  • Ruth de Fátima Oliveira Tavares Universidade Estadual de Goiás

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v12i1.18147

Palavras-chave:

Igreja Católica, Estado, política, Brasil, padres estrangeiros

Resumo

O envolvimento da Igreja Católica com a política marcou a história brasileira. No Brasil , aquela instituição religiosa e o Estado coexistiram em um relacionamento com momentos de união, de distanciamento, de conflito, de colaboração ou de competição. Este artigo discute a trajetória dos padres estrangeiros no Brasil desde o período da colonização em 1500 – Igreja subordinada ao Estado, o denominado sistema de Padroado – passando pela segunda metade do século XIX quando a Igreja ficou sob as ordens diretas do Papa e não mais vinculada à coroa luso-brasileira, a chamada Romanização - até o período da ditadura civil-militar brasileira (1964-1985)1, época de conflito aberto entre Igreja Católica e Estado ditatorial. Neste longo processo, os padres estrangeiros - que ora são protegidos pelo Estado e pela Cúria Romana, ora são perseguidos pela Igreja local e pelo Estado - marcaram presença influenciando a sociedade brasileira e relacionando-se com o Estado através de suas Ordens e Congregações religiosas.

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Biografia do Autor

Ruth de Fátima Oliveira Tavares, Universidade Estadual de Goiás

Professora-mestre do quadro efetivo da Universidade Estadual de Goiás (unidade de Pires do Rio-Curso de História) onde ministra as disciplinas de História do Brasil I e História da América II e coordena o Estágio Supervisionado em História.

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Publicado

2012-12-02

Como Citar

OLIVEIRA TAVARES, R. de F. Igreja católica e política: padres estrangeiros no Brasil DOI 10.5216/o.v12i1.18147. OPSIS, Goiânia, v. 12, n. 1, p. 249–268, 2012. DOI: 10.5216/o.v12i1.18147. Disponível em: https://www.revistas.ufg.br/Opsis/article/view/18147. Acesso em: 29 maio. 2022.

Edição

Seção

Dossiê História política e relações de poder