O narrador polifônico e o Brasil alegórico em Quincas Borba, de Machado de Assis: um diálogo entre Mikhail Bakhtin e Roberto Schwarz DOI 10.5216/o.v11i2.14868

Autores

  • Carina Dartora Zonin Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS.

DOI:

https://doi.org/10.5216/o.v11i2.14868

Palavras-chave:

método formal, relações sócio-históricas, identidade nacional, polifonia, efeitos de sentido.

Resumo

Neste estudo, observaremos, na voz do narrador de Quincas Borba, a abstração de mecanismos internos e ativos da cultura brasileira, à luz da polifonia de Bakhtin, em diálogo com Schwarz, estudioso do princípio formal e formativo de Machado. Assim, através do embate das premissas polifônico-schwarzianas, refletiremos, criticamente, sobre a representação alegórica do Brasil, do sujeito e de suas crenças.

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Biografia do Autor

Carina Dartora Zonin, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS.

Possui graduação em Letras, habilitação em Português, Espanhol e respectivas Literaturas pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões - URI Campus de Erechim (2003). Durante o curso, atuou em projetos de pesquisa com o amparo de bolsa de Iniciação Científica. Cursou especializações em Estudos Lingüísticos do Texto (2005), Literatura Brasileira (2008) e atualmente (2009) realiza mestrado em Literatura Brasileira na Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS, com apoio de bolsa do CNPq. Estuda os princípios, dialógico e polifônico, de Bakhtin e sua releitura feita por Cristóvão Tezza, procurando entender os discuros da prosa e da poesia como instâncias que revelam tensões sócio-históricas.

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Publicado

31-12-2011

Como Citar

Zonin, C. D. (2011). O narrador polifônico e o Brasil alegórico em Quincas Borba, de Machado de Assis: um diálogo entre Mikhail Bakhtin e Roberto Schwarz DOI 10.5216/o.v11i2.14868. OPSIS, 11(2), 115–134. https://doi.org/10.5216/o.v11i2.14868

Edição

Seção

Dossiê Cultura, imaginário e poder